Agora só se fala em homofobia; a TV ficou mais colorida! A REDE GLOBO parece ter levantado de vez a bandeira dos gays no Brasil e, como não poderia deixar de ser, as outras emissoras pegaram carona. Caramba... Só se fala disso! Agora todas as novelas estão cheias de gays; os programas de TV, de rádio; a Internet... Meu Deus! Nós não temos nada contra os gays, mas literalmente estão passando dos limites. Nós NÃO QUEREMOS QUE NOSSOS FILHOS ou NOSSOS JOVENS DA IGREJA pensem que ser gay é muito normal. Como cidadãos, temos o direito de discordar de um comportamento que fere nossos princípios espirituais. E não venham pra cá nos chamando de homofóbicos; nós não perseguimos ninguém que decida ser homossexual. Apenas nos sentimos no direito de pregar nossos princípios para quem quiser ouvir; esse é um direito constitucional.

Como cristãos nós aprendemos a respeitar os outros, embora tenhamos sido tantas vezes discriminados e perseguidos. Sabemos o quanto os evangélicos já foram e ainda são discriminados em nosso país. Não fosse o enorme crescimento do público evangélico no Brasil, estaríamos perdidos! Agora temos políticos que nos defendem, às vezes até por simples interesse nos votos que representamos, mas o crescimento da Igreja calou a boca de muita gente. A própria Rede Globo, que sempre foi uma perseguidora ferrenha dos evangélicos, tem aberto espaços para a música gospel de uns tempos pra cá.

Bem, mas voltando ao assunto dos “gays”, precisamos entender exatamente qual é a visão da nossa igreja sobre eles. A Bíblia condena veementemente o homossexualismo; não existe qualquer respaldo bíblico para a prática homossexual.

A Igreja Evangélica tem uma postura bem firme quanto à questão da homossexualidade. Apesar de lançar mão de argumentos psicológicos, científicos, sociológicos e éticos, é da Bíblia Sagrada que retira os fundamentos para nortear sua compreensão teológica e suas ações práticas. 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a Bíblia faz menção aos atos homossexuais. A primeira referência ao homossexualismo está no livro de Gênesis, quando os habitantes das cidades Sodoma e Gomorra tentaram violentar sexualmente dois anjos com aparência humana. Assim a Bíblia menciona, em Gênesis 19, a exigência dos homens da cidade que tentavam invadir a casa de Ló, onde os anjos se hospedaram: 

Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.” 

Houve uma tentativa de estupro homossexual, e os sodomitas com certeza eram culpados de outros pecados além do homossexualismo. Mas tendo em vista o número de homens dispostos a participar do estupro e as muitas outras referências - tanto bíblicas como extra-bíblicas - aos pecados sexuais de Sodoma, é provável que o homossexualismo fosse amplamente praticado entre os sodomitas. Também é provável que o pecado pelo qual eles são chamados tenha sido um dos muitos motivos porque o juízo final caiu sobre eles. 

Outra passagem do Antigo Testamento que refere-se à prática homossexual, encontra-se no capítulo 19 do livro de Juízes. Os homens da cidade de Gibeá também tentaram violentar sexualmente um homem que se hospedou na casa de um velho agricultor. A passagem relata o seguinte: 

Eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial, cercaram casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo: Traze para fora o homem que entrou em tua casa, para que abusemos dele. O senhor da casa, saiu a ter com eles, e lhes disse: Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. (...) Porém aqueles homens não o quiseram ouvir...” 

Há, ainda, no antigo Testamento duas passagens muito claras a respeito do homossexualismo. São Levítico 18:22 2 Levítico 20:13 que dizem o seguinte, respectivamente: 

Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” e “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles”. 

No Novo Testamento a homossexualidade também é abordada de forma clara em três momentos: Rm 1, 1 Co 6.9 – 11 e 1 Tm 1.8 - 11. As três referências são feitas pelo apóstolo Paulo. As principais passagens que abordam a questão homossexual, no entanto, encontram-se nas cartas do apóstolo endereçadas às igrejas de Roma e da cidade de Corinto, na Grécia. Tanto em Roma como na Grécia antiga, o homossexualismo era uma prática comum. Era, ainda, considerado imagem ideal do erotismo e modelo de educação para os jovens. 

Contudo, apesar da prática homossexual ser considerada normal em Roma, o homossexualismo passivo desonrava os romanos, que eram educados para serem ativos, serem senhores. A posição passiva era reservada para os escravos e para as mulheres, para os quais, aliás, era um dever. A História registra que dos quinze primeiros imperadores de Roma, só Cláudio era exclusivamente heterossexual. Mas foi o imperador Júlio César que ganhou a fama, só sendo tolerado pela posição que ocupava e por suas conquistas bélicas. Dele diz-se que “era homem de todas as mulheres e mulher de todos os homens”. 

A palavra lésbica vem da ilha de Lesbos, na Grécia, onde vivia uma poetisa e sacerdotisa chamada Safo. Ela iniciava mulheres no homossexualismo (daí os adjetivos lésbica ou mulheres sáficas). As palavras sodomitas e efeminados usadas em 1 Co 6.9 têm significados distintos: sodomita vem do pecado de Sodoma e tornou-se sinônimo universal de homossexualismo ativo (quando o homossexual faz o papel de “marido” na relação com outro homem); e efeminado é quando o homossexual faz o papel de passivo (ou seja, o de “mulher” na relação sexual com outro homem) e, também, quando tem trejeitos femininos ou gosta de vestir-se com roupas de mulher (no caso de travestis). 

Esse era exatamente o contexto em que o apóstolo Paulo vivia quando escreveu a primeira referência bíblica do Novo Testamento sobre o homossexualismo, dirigindo-se à igreja de Roma. Usando a autoridade que tinha de pregador da Palavra de Deus, ele não fez distinção entre homossexualismo ativo ou passivo. Afirmou, sim, que o homossexualismo contrariava os propósitos morais, sexuais, sociais e espirituais de Deus para homens e mulheres. 

Depois de afirmar que os romanos haviam trocado a verdade de Deus pela mentira, ele declarou em Romanos 1.26 e 27: 

porque até as suas mulheres trocaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro.” 

A outra menção à homossexualidade - considerada por muitos evangélicos a mais importante da Bíblia, por mostrar que homossexualismo é uma pecado como qualquer outro mas, principalmente, que homossexuais podem mudar - é encontrada na carta de Paulo dirigida à igreja de Corinto. Essa cidade pertencia à Grécia antiga onde, à semelhança de Roma, o homossexualismo era celebrado e também praticado por filósofos e poetas. Na adolescência, os rapazes gregos deixavam a casa de seus pais e se tornavam amantes de homens adultos. Corria que essas práticas sexuais faziam parte de um relacionamento afetivo e educacional em que os jovens eram ensinados a trilhar os caminhos da virilidade. 


Resumindo: A prática homossexual é antiga e sempre foi condenada nas Escrituras Sagradas. Cristão não pode ser homossexual, pois estaria contrariando os ensinamentos bíblicos e, consequentemente, desonrando a Deus.

A verdade é que nós AMAMOS OS HOMOSSEXUAIS, mas rejeitamos qualquer prática homossexual, pois nossa regra de fé é a Bíblia Sagrada. É óbvio que isso não nos dá o direito de discriminar ou perseguir os homossexuais; cristão não pode ser homofóbico, pois isso também não estaria de acordo com os princípios da nossa fé. Mas encarar a homossexualidade como algo normal feriria radicalmente os princípios que buscamos na Palavra do nosso Deus.

 

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